Uma pesquisa recente da agência MOTIM trouxe um dado interessante sobre o mercado brasileiro: sete em cada dez empresas já reconhecem que a reputação e a comunicação impactam diretamente os resultados do negócio, e 33% delas afirmam que esse impacto já supera as métricas tradicionais de comunicação. Ainda assim, a mesma pesquisa mostra que a gestão dessa área continua limitada, sem integração formal com as decisões estratégicas da empresa.

O problema de comunicar sem estratégia

É comum uma empresa contratar assessoria de imprensa, gestão de redes sociais e tráfego pago como serviços separados, cada um com sua própria linguagem, cronograma e objetivo, sem que exista um fio condutor entre eles. O resultado costuma ser uma comunicação fragmentada: a marca que aparece na imprensa como inovadora, mas que nas redes sociais soa genérica, ou que investe pesado em anúncios sem que a mensagem tenha qualquer relação com o posicionamento que a empresa tenta construir a longo prazo.

Etapas de um planejamento estratégico de comunicação

Um bom planejamento começa com um diagnóstico honesto: como a marca é percebida hoje, o que os concorrentes estão fazendo, e onde estão as maiores oportunidades e riscos. A partir daí, definem-se os objetivos de comunicação para os próximos meses, que devem estar conectados aos objetivos de negócio, e não existir isoladamente. Só então entra a escolha dos canais e das táticas: quando faz sentido buscar espaço na imprensa, quando investir em conteúdo próprio, quando usar mídia paga, e como cada uma dessas frentes se conecta com as outras.

Como isso conecta assessoria, redes sociais e marketing em um só objetivo

Uma matéria conquistada pela assessoria de imprensa ganha muito mais força quando é amplificada nas redes sociais da empresa e quando o site já está preparado para receber quem chegar interessado depois de ler aquele conteúdo. Da mesma forma, uma campanha de tráfego pago performa melhor quando existe conteúdo orgânico consistente sustentando a credibilidade da marca por trás do anúncio. Segundo a pesquisa “O Panorama da Gestão de Reputação Empresarial no Brasil”, conduzida pela Knewin, 33,7% das empresas admitem não ter integração formal entre a gestão de reputação e as demais áreas operacionais, o que dificulta justamente essa construção de uma estratégia coesa.

Por que planejar antes de agir gera resultados mais consistentes

Empresas que atuam de forma reativa, apagando incêndios de comunicação conforme eles aparecem, tendem a gastar mais e colher menos. Já empresas que investem de forma preventiva e planejada em comunicação estratégica conseguem elevar de forma consistente sua autoridade de mercado, fortalecendo o posicionamento perante clientes, parceiros, investidores e o próprio time interno.

Se a sua empresa comunica de forma fragmentada, sem que assessoria de imprensa, redes sociais, tráfego pago e posicionamento de marca conversem entre si, é hora de repensar essa estrutura. A Ingrediente Comunicação pode conduzir um diagnóstico estratégico completo da sua comunicação. Agende uma reunião com a nossa equipe e descubra por onde começar a integrar essas frentes.


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